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Taça de Coral - ZaunköniG - 20.10.2012 Lícias, pastor - enquanto o sol recebe, Mugindo, o manso armento e ao largo espraia. Em sede abrasa, qual de amor por Febe, - Sede também, sede maior, desmaia. Mas aplacar-lhe vem piedosa Naia A sede d'água: entre vinhedo e sebe Corre uma linfa, e ele no seu de faia De ao pé do Alfeu tarro escultado bebe. Bebe, e a golpe e mais golpe: - "Quer ventura (Suspira e diz) que eu mate uma ânsia louca, E outra fique a penar, zagala ingrata! Outra que mais me aflige e me tortura, E não em vaso assim, mas de uma boca Na taça de coral é que se mata", |